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17 de julho de 2024

Dicas para quem tem alergias a roupas no inverno

 Dicas para quem tem alergias a roupas no inverno (Imagem. reprodução)



O friozinho já chegou com mais intensidade na região centro-sul do país. É hora, portanto, de resgatar do armário o casaco de moletom, a jaqueta de nylon, o abrigo de tricô, o cachecol de lã e todos os demais itens de vestuário que tanto costumamos recorrer quando as temperaturas ficam abaixo da casa dos 20 graus – não é mesmo?


 


Para muitos, a propósito, trata-se do momento mais oportuno do ano para andar mais elegante, compor diferentes cores, estampas e agregar as mais variadas tendências da moda. Só que essas combinações, no entanto, também precisam estar harmonizadas com a sua saúde! Afinal, roupa guardada, por mais limpa que possa parecer, geralmente, traz consigo uma infinidade de alérgenos, como mofos e ácaros – especialmente as malhas.


 


De acordo com a médica otorrinolaringologista e especialista em alergias respiratórias, Dra. Cristiane Passos Dias Levy, do Hospital Paulista, é preciso ficar atento a certos deslizes em relação ao acondicionamento e lavagem dessas vestimentas, além da escolha dos tecidos.


 


“A quem tem asma, rinite alérgica ou qualquer outro tipo de sensibilidade respiratória, é importante escolher roupas de tecidos hipoalergênicos e lavá-las regularmente. O mesmo vale para quem é alérgico a certos materiais, como tecidos sintéticos ou produtos químicos usados no processo de fabricação”, ressalta a especialista, que elencou aqui os principais cuidados a serem adotados para ter um guarda-roupa que, de fato, proteja do frio e deixe elegante, mas sem riscos de suscitar alergias.


 


Lã ou sintético? 


Embora a lã seja um material natural que possui excelentes propriedades isolantes, macio, confortável e respirável, algumas pessoas podem ser sensíveis e devem evitar seu uso. Neste contexto, as malhas sintéticas são mais indicadas para pessoas com sensibilidades ou alergias respiratórias.


 


Por serem feitas de materiais como poliéster, acrílico ou microfibra, isso as tornam mais leves, de secagem rápida e podem oferecer boa proteção contra o vento – ainda que não sejam tão eficientes em manter o calor como a lã.


 


No final, a escolha entre uma malha natural ou sintética dependerá das preferências individuais, necessidades específicas e condições climáticas em que serão usadas.


 


Higiene e conservação  


 


Para garantir a durabilidade de suas roupas de inverno e, de fato, torná-las úteis na proteção de sua saúde, Dra. Cristiane destaca os seguintes tópicos:


 


- Lave regularmente. Sobretudo antes da temporada de frio. Dependendo do material da vestimenta, verifique as instruções de lavagem recomendadas. Geralmente, roupas de lã podem ser lavadas à mão ou à máquina, em ciclo delicado, enquanto as sintéticas podem ser lavadas mais facilmente. Lave-as regularmente para remover sujeira, germes e odores.


 


- Use detergente suave. Evite produtos químicos agressivos, com odor forte ou que possam danificar o tecido. Certifique-se de enxaguar completamente para remover todos os resíduos de sabão.


 


- Evite torcer ou esfregar durante a lavagem. Para conservar as malhas, pressione-as suavemente para remover o excesso de água.


 


- Seque adequadamente. Seja em uma superfície plana, seja pendurada suavemente, é preciso secar as roupas de malha ao ar livre. Evite a exposição direta à luz solar intensa, pois isso pode desbotar as cores.


 


- Armazene corretamente. Ao guardar as malhas, certifique-se de que elas estejam limpas e completamente secas. Dobre-as cuidadosamente ou enrole-as e guarde-as em local limpo e seco para evitar o acúmulo de sujeira, mofo ou odores indesejados.













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29 de fevereiro de 2024

Alergia a maquiagem - como evitar e tratar a condição

 Alergia a maquiagem - como evitar e tratar a condição



Com a ascensão de plataformas de mídias sociais, como o TikTok, o público tem se aventurado cada vez mais na experimentação de diversas tendências de maquiagem. No entanto, a busca por looks inovadores e criativos exige uma atenção cuidadosa não apenas à escolha dos produtos utilizados, mas também à possibilidade de reações alérgicas adversas. A aplicação direta desses compostos no rosto pode resultar em sintomas indesejados.


“A facilidade de acesso a tutoriais de maquiagem e a rápida disseminação de tendências incentivam a exploração, mas é crucial que os entusiastas da beleza estejam cientes dos ingredientes presentes nos produtos e realizem testes de contato antes da aplicação completa”, explica Julinha Lazaretti, bióloga e cofundadora da Alergoshop, rede de cosméticos hipoalergênicos. A profissional esclarece que, com a amplificação das mídias sociais, a beleza tornou-se mais acessível, mas a conscientização sobre a saúde da pele e a escolha criteriosa de produtos permanecem essenciais para garantir uma experiência de maquiagem segura e agradável.


 


Como identificar sintomas de alergia?


“Primeiramente, é importante observar qualquer sinal de irritação, como vermelhidão, coceira ou inchaço na área aplicada. Esses sintomas geralmente surgem minutos ou horas após a aplicação do produto”, indica Lazaretti. Além disso, a presença de descamação, erupções cutâneas ou bolhas pode indicar uma reação alérgica mais grave. Caso ocorram sintomas como ardência ou sensação de queimação, é preciso remover imediatamente a maquiagem e lavar a área afetada com água morna.


“É recomendável observar a persistência desses indicativos. Se eles se agravarem ao longo do tempo, é fundamental procurar a orientação de um dermatologista ou profissional de saúde especializado em alergias para avaliação e aconselhamento adequados”, conclui.


 


Existe tratamento?


Embora não exista um tratamento específico para a alergia a maquiagem, é possível gerenciar crises e sintomas quando surgem. O primeiro passo é interromper imediatamente o uso do produto que desencadeou a reação alérgica e higienizar a área afetada com água para remover completamente o produto. A aplicação de compressas frias pode ajudar a aliviar a irritação e reduzir o inchaço.


Para sintomas como coceira intensa ou erupções cutâneas, é necessário procurar orientação médica para a prescrição de anti-histamínicos tópicos ou orais. No entanto, Julinha reforça que a abordagem ideal é a prevenção, optando por produtos de maquiagem hipoalergênicos e testando novos itens em pequenas áreas antes da aplicação completa. Escolher cuidadosamente os cosméticos e estar atento à composição pode ser a chave para evitar reações alérgicas recorrentes e assegurar a saúde cutânea a longo prazo.


 


Como escolher produtos seguros?


Ao fazer compras, é essencial examinar cuidadosamente os rótulos dos itens de maquiagem, procurando por ingredientes conhecidos por desencadear reações alérgicas. Optar por marcas reconhecidas e confiáveis que destacam sua preocupação com a formulação hipoalergênica é uma estratégia inteligente, pois essas empresas geralmente submetem seus produtos a testes dermatológicos rigorosos, como é o caso da Alergoshop.


“Desenvolvemos uma linha completa de maquiagens, todas com fórmulas seguras e caracterizadas por serem livres de 95 substâncias nocivas à saúde humana”, conta Andre Sobanski, CEO da marca.


Vale ressaltar que é aconselhável realizar testes de patch, ou seja, testes realizados na pele para determinar se há reação alérgica a uma determinada substância, antes de aplicar qualquer novo produto de maquiagem. Colocar uma pequena quantidade do produto em uma área discreta da pele, como a parte interna do antebraço, e observar possíveis reações ao longo de 24 horas pode ajudar a identificar potenciais alergias. Essa abordagem proativa permite que os consumidores façam escolhas informadas, evitando reações adversas e garantindo uma experiência de maquiagem segura e agradável.


















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Fonte: Assessoria de imprensa

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10 de fevereiro de 2024

O que devo passar primeiro: protetor solar ou repelente?

 O que devo passar primeiro: protetor solar ou repelente?


O Brasil enfrenta uma crescente nos casos de dengue, o que eleva as preocupações de saúde pública em todo o território nacional. Com o carnaval batendo na porta junto aos bloquinhos e as viagens para o litoral, existe a preocupação de alertar a população contra o mosquito.


Segundo Mayla Carbone, dermatologista e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), os repelentes à base de DEET e Icaridina são comprovadamente eficazes contra a dengue. No entanto, de acordo com a médica, os mais eficazes são os repelentes que possuem 25% de concentração de Icaridina. "Diversas marcas oferecem produtos com essa especificação no rótulo. Seja qual for a escolha, é importante destacar que quanto maior a concentração do princípio ativo, maior será a proteção oferecida", diz.


Mayla ressalta que uma das principais vantagens da Icaridina é sua baixa toxicidade, o que significa que ela não causa danos aos tecidos corporais humanos nem danifica as roupas. "Outro benefício significativo é que ela possui uma ação prolongada, protegendo a pele por até 10 horas, o que elimina a necessidade de reaplicação frequente e reduz o risco de toxicidade. Além disso, é hipoalergênica, ou seja, tem uma menor probabilidade de causar irritação na pele e pode ser indicada para uso em crianças, idosos e gestantes", acrescenta.




Mas durante a ida à praia, qual deve ser aplicado primeiro, o protetor ou o repelente? 


A dermatologista explica que para garantir uma defesa eficaz contra os mosquitos e os raios solares, é recomendado aplicar primeiro o protetor solar e depois o repelente. “Sugiro aplicar o filtro solar em casa, aguardar a absorção por alguns minutos, em seguida o repelente e só depois vestir a roupa”, recomenda. “A razão por trás dessa ordem é que o repelente contém substâncias que afastam os insetos e aplicar o filtro solar ou outros produtos de beleza posteriormente, como creme hidratante, pode acabar diminuindo a eficácia dessas substâncias”, alerta.


Assim como os protetores solares convencionais, os que possuem repelente e a baixa concentração de Icaridina precisam ser reaplicados a cada 2 horas para garantir uma proteção eficaz. “Além do verão, os protetores solares e os repelentes podem ser utilizados em outras épocas do ano, como no fim do inverno e durante o outono, quando há presença de insetos em cidades mais úmidas”, finaliza.


 

















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12 de dezembro de 2023

Esmaltes: conheça 5 componentes perigosos presentes em algumas fórmulas

 Esmaltes: conheça 5 componentes perigosos presentes em algumas fórmulas - imagem divulgação


Os esmaltes são itens de beleza populares, utilizados para aprimorar a aparência das unhas. No entanto, muitos desconhecem os perigos que podem estar escondidos nas cores brilhantes e na elegância que esses produtos proporcionam. É fundamental fazer escolhas criteriosas ao selecionar os itens, uma vez que alguns contêm componentes maléficos em suas fórmulas, que podem afetar a saúde do usuário.


“É essencial que os consumidores estejam conscientes da importância de ler atentamente os rótulos das embalagens de esmaltes antes de fazer uma compra”, explica Julinha Lazaretti, bióloga e cofundadora da Alergoshop, marca referência no desenvolvimento de cosméticos hipoalergênicos. “A qualidade dos produtos que escolhemos para cuidar de nossas unhas não deve ser subestimada, pois a saúde das unhas e da pele pode estar em jogo”, acrescenta.


A linha de esmaltes da marca, por exemplo, tem mais de 30 opções de cores no catálogo e é 24-FREE, ou seja, livre de 24 componentes prejudiciais à saúde humana. Essa iniciativa é uma garantia de que, ao escolher um esmalte, os consumidores estão tomando medidas proativas para proteger sua saúde.


No entanto, a busca por produtos seguros e de qualidade não para por aí. A rede introduziu recentemente o SensiNail, um complexo exclusivo desenvolvido para melhorar ainda mais a experiência do usuário. O componente não apenas garante uma aplicação suave e duradoura, mas também apresenta propriedades de hidratação, fortalecimento, proteção, resistência e auxilia na recuperação de unhas danificadas, reduzindo a sensibilidade cutânea.


Diante desse cenário, a especialista Julinha compartilhou dicas essenciais sobre os principais componentes a serem evitados em esmaltes e seus potenciais danos. Afinal, a escolha consciente e informada é a chave para manter unhas saudáveis e bonitas, sem comprometer a saúde.


 

 Esmaltes: conheça 5 componentes perigosos presentes em algumas fórmulas - imagem divulgação



Bisfenol A


O componente possui a capacidade de imitar hormônios no corpo humano, agindo como um disruptor endócrino. Esse fenômeno representa uma ameaça considerável à saúde, uma vez que desregula o equilíbrio hormonal do organismo. A exposição a Bisfenol A por meio de esmaltes pode resultar em efeitos adversos, como distúrbios hormonais, desequilíbrios endócrinos e uma série de problemas relacionados à saúde, incluindo complicações no desenvolvimento, riscos à fertilidade e potenciais impactos em doenças crônicas.


 


Formaldeído


O formaldeído é altamente prejudicial quando presente em esmaltes. Essa substância química é conhecida por sua toxicidade e irritação potencial, uma vez que pode liberar vapores tóxicos durante a aplicação e secagem dos esmaltes. A exposição prolongada ao formaldeído pode resultar em uma variedade de problemas de saúde, incluindo irritação dos olhos, nariz e garganta, além de problemas respiratórios. No entanto, o risco mais alarmante associado ao formaldeído é o seu potencial carcinogênico, o que significa que a exposição repetida a esse composto químico está relacionada ao desenvolvimento de câncer.


 


Tolueno


O tolueno é outro componente prejudicial quando encontrado em esmaltes. Este solvente químico, comumente utilizado em tintas, vernizes e colas, representa uma ameaça à saúde quando inalado ou absorvido pela pele. A exposição ao tolueno pode causar danos ao sistema nervoso central, levando a sintomas como tontura, dor de cabeça e confusão. Além disso, a inalação contínua de vapores de tolueno pode afetar a saúde respiratória, causando irritação nos pulmões e aumentando o risco de problemas respiratórios mais graves.


 


Xileno


Esse solvente químico é frequentemente utilizado em produtos industriais, tintas e vernizes. A exposição ao xileno pode causar irritação dos olhos, nariz e garganta e esses sintomas já são preocupantes. No entanto, o que torna o xileno ainda mais alarmante é o seu potencial de afetar o sistema nervoso central. Pessoas que têm contato frequente com o xileno podem experienciar sintomas como tontura, náusea, dor de cabeça e confusão, indicando problemas neurológicos.



Ftalatos


Os ftalatos, quando presentes em esmaltes, representam uma séria ameaça à saúde, por estarem associados a riscos à saúde reprodutiva e ao desenvolvimento humano. A exposição contínua a ftalatos pode resultar em desequilíbrios hormonais, afetando a fertilidade e, ao mesmo tempo, interferindo no desenvolvimento normal de órgãos e sistemas do corpo.

























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Fonte: Assessoria de imprensa

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4 de agosto de 2023

Confira as dicas para cuidar dos pés no inverno e prevenir doenças

 Confira as dicas para cuidar dos pés no inverno e prevenir doenças (Imagem: Reprodução)


Com a chegada do inverno, nossos pés precisam de cuidados especiais para enfrentar as baixas temperaturas e evitar problemas como ressecamento, frieiras e desconforto. Pensando nisso, listamos algumas dicas para manter os pés saudáveis durante a estação mais fria do ano. 


Hidratação é fundamental

 


No inverno, a pele dos pés tende a ressecar devido às temperaturas baixas e à baixa umidade. É essencial hidratar os pés diariamente para evitar o ressecamento e manter a pele saudável. O "Alívio para os Pés" da Minancora, por exemplo, é um produto multifuncional que hidrata profundamente, desde os calcanhares até a ponta dos pés, graças às propriedades da manteiga de karité. Sua fórmula dermatologicamente testada oferece uma hidratação eficaz, deixando os pés suaves e macios.


 


Mantenha os pés aquecidos

 


Proteger os pés do frio é essencial para evitar problemas como frieiras e ressecamento. Opte por calçados fechados e use meias de tecidos naturais, que permitem a respiração adequada da pele. A escolha de tecidos sintéticos normalmente causa aumento da transpiração e pés molhados causam desconforto, maiores chances de contrair doenças, incluindo as de pele. Lembre-se de trocar as meias regularmente para manter os pés secos e livres de umidade.


 


Previna e trate frieiras

 


Com o uso frequente de meias e calçados fechados, as frieiras podem se tornar um problema comum no inverno, assim é necessário prevenir e tratar essa doença de pele. A Pomada Minancora possui componentes ativos, que combatem os fungos causadores das frieiras, proporcionando alívio imediato e auxiliando na recuperação da pele afetada.


 

 Confira as dicas para cuidar dos pés no inverno e prevenir doenças (Imagem: Reprodução)



Faça uma higiene adequada

 


Durante todo o ano, mas especialmente no inverno, é importante manter uma rotina de higiene adequada dos pés. Lave-os com água morna e sabonete neutro, secando-os completamente em seguida, sem esquecer a região entre os dedos. Evite deixar os pés úmidos por muito tempo, pois isso favorece o desenvolvimento de fungos e bactérias. 


 


Descanse e Relaxe os Pés


 


Os pés suportam nosso peso diariamente e tendem a ficar cansados e sobrecarregados. No inverno, aproveite para cuidar deles e proporcionar momentos de descanso e relaxamento.


 


"Nossos pés merecem atenção especial durante o inverno, e é por isso que a Minancora se dedica a oferecer produtos que promovem cuidados completos e eficazes. O Alívio para os Pés e a nossa Pomada, que auxilia no tratamento das frieiras, são aliados essenciais para manter a saúde e o bem-estar dos pés durante toda a estação. Convidamos a todos a experimentarem esses produtos e aproveitarem o inverno com pés saudáveis e confortáveis", afirma a Gestora Presidente Lourdes Maria Duarte.




















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Fonte: Assessoria de imprensa

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